quinta-feira, 21 de setembro de 2017

ALIMENTAÇÃO E ESPIRITUALIDADE: A ESPIRITUALIDADE INFLUI EM NOSSOS HÁBITOS ALIMENTARES E VICE-VERSA

Fonte: Green Me 
21/9/17 por Deise Aur



Quando se pensa em alimentação, imediatamente, vem à nossa mente, a nutrição de nosso corpo físico, porém, a importância da alimentação em nossa vida é muito mais abrangente!

Essa matéria visa contribuir para aumentar nossa compreensão sobre a relação que a Espiritualidade e a Alimentação tem com outros aspectos de nossa existência.

A alimentação humana, por incrível que pareça, não é apenas uma questão nutricional pois ela envolve t
radição,cultura,história, biologia, religião, filosofia, ecologia, 
economia, ciência e, pasmem, até revolução!

Cada um destes aspectos serão discorridos, ao longo desse conteúdo, para que fique claro que alimentação não se resume só à necessidade básica do nosso corpo físico.

Um aspecto da vida humana que nos aprofundaremos nesse conteúdo, de forma mais ampla pelo caráter e importância que tem na qualidade do desenvolvimento humano, será a Espiritualidade.

Antes de expressar a relação Alimentação e Espiritualidade, vamos abordar outros aspectos que influenciam nossa alimentação, para compreendermos melhor como a alimentação não está dissociada de outras questões humanas e como essas influem em nossas escolhas e hábitos alimentares.

Tradição

Cada povo tem sua tradição e de acordo com seus costumes, ancestralidade, clima, vegetação, região e raízes étnicas primam por um tipo de alimentação. Alguns pratos típicos de várias regiões do mundo são conhecidos, internacionalmente, por terem sido adotados e incorporados, pelas pessoas de várias partes do mundo, através do intercâmbio entre os povos.

Cultura

Uma pessoa do Alasca, se alimenta diferente de uma pessoa da Itália, de outras do Japão, da Índia, dos Estados Unidos ou do Himalaia, pois cada uma teve uma criação, educação e foi condicionada à um padrão de comportamento e estilo de vida, de acordo com o meio geográfico e natural no qual vive. Então o ato de se alimentar, também é cultural.

Hoje em dia, devido vivermos em uma era tecnológica, grande parte dos alimentos são industrializados e grandes multinacionais investem pesado em suas marcas aumentando, ainda mais, o consumo destes alimentos, que passaram à fazer parte da cultura da sociedade atual.


História

Povos mais antigos se alimentavam de forma mais natural e orgânica, até o início da Pré-História o homem era principalmente vegetariano.

Com as transformações ocorridas, ao longo de nossa história, o homem passa a ser carnívoro e boa parte dos alimentos consumidos por ele, sendo adulterados, em sua produção, surgem os enlatados, os congelados e os geneticamente modificados passando à ocupar o lugar dos alimentos in natura ou caseiros.
Biologia

Os alimentos são responsáveis pelo bom funcionamento biológico de nosso corpo, mas hoje, com tantos conservantes, aromatizantes, flavorizantes, palatabilizantes, corantes, os alimentos se tornaram artificiais interferindo, de forma prejudicial, no metabolismo do corpo humano, por isso as doenças degenerativas acometem o homem contemporâneo.

Religião

Ao longo da vida humana, a religião passou por várias transformações deixando de ter uma conotação fraternal e espiritual, tornando-se institucional e dogmática. Por isso muitos hábitos foram incutidos, ao longo da trajetória humana, pela religiões.

Certos alimentos e práticas alimentares foram adotadas como disciplina e costume religioso pelos seguidores das principais religiões existentes no mundo.

Judeus, muçulmanos, cristãos, hinduístas, budistas e outras várias religiões têm em seus hábitos alimentares uma expressão de seus preceitos religiosos.

Nos livros sagrados de cada religião, ocorre alusão à vários alimentos que são impróprios para o consumo humano e outros que contribuem para a purificação.
Espiritualidade

Vários Mestres e Espiritualistas como : Buda, Hare Krishna, Mahatma Gandhi, Osho, Jiddu Krishnamurti preconizavam que a elevação espiritual e a ampliação da consciência gera como efeito, no ser humano, uma dieta alimentar livre da carne e de produtos de origem animal.

Para vários espiritualistas, conhecidos em nossa história, uma boa alimentação feita de forma consciente e elevada, tem relação com nosso aprimoramento como SER, de forma integral, transformando o alimento em nutrição, não só para a matéria, mas também, para nosso Espírito.

Filosofia

Muitos pensadores e filósofos, ao longo da trajetória humana, lançaram reflexões e ponderações sobre a ligação entre alimentação e espiritualidade, ressaltando a importância de uma alimentação consciente, tendo como base a dieta vegetariana, livre da crueldade para com os animais.

Alguns deles foram: Platão, Sócrates, Aristóteles, Pitágoras, Leonardo da Vinci, Voltaire,Thomas Edison, Schopenhauer, Nietzsche, Lincoln, Mahatma Gandhi, Einstein.
Ecologia



A alimentação de origem animal provoca muitos desequilíbrios, não só ao corpo físíco, mas também, à Natureza e ao Planeta como um todo.

Muito desmatamento é feito para dar lugar a pastos de gado e plantação de soja que serve como alimento para esses animais criados para consumo humano.

Além do desmatamento, o excessivo uso de água para irrigar estas plantações e para consumo da criação desses animais, provoca o desequilíbrio e escasseamento desse precioso recurso natural.

Economia


No Período Neolítico, quando o homem se tornou sedentário e começou à se dedicar à plantação e à criação de animais, surge o prenúncio da atividade econômica humana.

Trabalhando em suas terras, o homem pré-histórico produzia o seu alimento. Mais adiante, nas Idades Antiga e Medieval, o produto desse trabalho envolveria o intercâmbio comercial fundamentado na base da troca.

Na Idade Moderna, com as grandes navegações e descobertas de terras ricas em recursos naturais, a produção de alimentos assume um caráter mercantilista (exportação e importação/ matéria-prima à zero ou baixo custo e lucros imensos).

Na Idade Contemporânea com o advento da Revolução Industrial e o avanço das descobertas científicas, surge a produção mecanizada de alimentos e o uso de substâncias químicas para conservá-los e, com isso, aumentar a escala de produção desses alimentos.

A parte mais triste dessa história é que os animais passam a ser confinados e viram somente objetos de lucratividade para os fazendeiros, fabricantes e comerciantes, sendo tratados como meras mercadorias.

Com o passar do tempo, isso foi se intensificando.

As grandes empresas de produtos de origem animal, através do avanço tecnológico e da publicidade, transformaram isso em um grande negócio fisgando o consumidor pelo paladar.

Os animais para o consumo humano

A forma como os animais, para consumo humano, são criados, é baseada em procedimentos que vão contra a natureza deles e são muito agressivos:
Inseminação artiifcial;
separação dos filhotes de suas mães;
confinamento para aumentar a produção de ovos e leite e a massa corporéa do animal;
uso de hormônios e antibióticos que provocam desequilíbrio no desenvolvimento desse animais e diminuem o tempo de vida deles.



E alguns dos efeitos desse contexto é todos os desequilíbrios que ocorrem hoje em nosso planeta: desmatamento, fome, crueldade com os animais e doenças humanas, por conta de uma má alimentação ( alimentos adulterados e artificializados).

Ciência

Há um bom tempo a ciência vem intensificando seus estudos nas áreas de nutrição, saúde e alimentação.

Muitas pesquisas apontam para substitutivos da carne e ovos pelos de origem vegetal e já se conseguiu isso, agora só precisa viabilizar a produção em grande escala. Isso porque já ficaram provados os prejuízos que o consumo de alimentos de origem animal provocam, como vimos em várias aspectos da vida nesse planeta.

A própria ONU tem divulgado informções e dados sobre essa questão, fazendo campanhas para aumentar a produção e o consumo de alimentos de origem vegetal.

Bill Gates, fundador da Microsoft, também vê na produção de alimentos substitutivos da carne um investimento promissor e chegou à dizer que "o veganismo é o futuro!"

Revolução

Com o advento da Internet e das redes sociais e a propagação de todas essas informações, muitas pessoas despertaram para a necessidade de mudarem seus hábitos alimentares e aderirem ao Veganismo (movimento que vem se intensificado à olhos vistos e que tem como base o não uso de nada de origem animal, seja na alimentação, vestuário, cosmética, diversão e outros segmentos de nossa existência).

Por conta da influência do Veganismo, a Indústria e o Comércio vêm se adequando à esse novo mercado consumidor e, cada vez mais, surgem produtos vegs nas prateleiras.

Uma nova mentalidade está ocorrendo nas pessoas e trazendo a percepção para elas de que podem sair do condicionamento de milênios, baseado na ideia que o ser humano necessita de carne, leite e ovos para viver.

Na Internet existem muitos sites, grupos, livros em PDF e páginas com receitas saborosas, nutritivas e fáceis de fazer. Também, compartilhando produtos e marcas que não têm matéria-prima animal e nem utilizam testes em animais em sua fabricação.
A Relação entre Alimentação e Espiritualidade



Nos primórdios dos tempos da vida humana, o homem era, principalmente, vegetariano, tinha um modo de vida mais elevado, coopertivo e pacífico.

Algumas explicações para a mudança drástica do comportamento humano foi a sua degeneração, enquanto ser humano, com a expressão de aspectos como a ganância, a disputa e o egoísmo.

O humano se tornou, cada vez mais, materialista, competitivo e dominador e foi deixando de se harmonizar consigo, com os outros seres e com a Natureza, vivendo, de forma desagregadora, individualista e separatista.

Isso foi crescendo, ao longo das fases humanas, até chegar ao que vivencíamos, em nossos dias.

A mudança nos hábitos alimentares foi uma das consequências dessa situação.

O homem passou à rebaixar os seus instintos e ser guiado pelos mesmos, se tornando carnívoro, além de se colocar como superior às outras espécies, as dominando e explorando.

Todas as capacidades, habilidades superiores e espiritualidade elevada que o ser humano tinha, e tem em potencial, foram diminuindo e se perdendo, por conta de seu declínio.

O caminho para reconquistar o que foi perdido está no retorno do ser humano à sua verdadeira essência (agregadora, consciente, compassiva, anímica e simples ).

A relação entre Alimentação e Espiritualidade se evidencia no fato de que quando o ser humano se eleva, muda seus hábitos alimentares, pois a violência, o sangue e o cadáver são inconcebíveis em sua alimentação.

A boa notícia é que, as pessoas estão despertando para a importância do resgate de nossa essência, saindo dos condicionamentos de séculos, sejam educacionais, culturais, históricos ou religiosos.

Cada vez mais, a compaixão direciona as escolhas humanas, seja na alimentação, economia, vestuário, diversão, modo de vida e isso, por si só, é uma expressão da espiritualidade humana.

A Espiritualidade tem mais à ver com a nossa relação com a Natureza, com os seres, com o planeta e com a Vida e tudo isso se baseia no respeito, na integração e nas atitudes conscientes conosco e com o próximo (entenda-se próximo, toda expressão de vida).

A qualidade de nossa Energia, o nível de nossa Espiritualidade e o grau de nossa Consciência serão resultantes de nossas escolhas alimentares e vice-versa.

Boas Escolhas!

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Oficina de Fermentação Natural no Tavares



Vamos aprender a fazer fermento natural (levain), os básicos da fermentação natural, e fazer um pão branco e um multigrãos. Então o curso é ótimo para quem nunca pôs a mão na massa, ou para quem já sabe o básico e quer aprender novas receitas. Você também vai sair de lá com uma massa de pão pra levar para casa e um starter de levain para cuidar.

Quando: Terça, 12/09 das 19 às 22h
Onde: Restaurante Tavares | R da Consolação, 3212
Valor: R$215
Inscrições: eventos@saopaulosaudavel.com.br


sábado, 26 de agosto de 2017

terça-feira, 15 de agosto de 2017

O futuro do planeta pode estar no seu prato

Fonte: RRSAPO
09 ago, 2017 • Sara Beatriz Monteiro


Escolher produtos locais e sazonais, comprar a granel e reduzir o consumo de carne são algumas das recomendações da Associação Portuguesa de Nutrição (APN) para uma alimentação mais sustentável.

Foto: EPA

Diz a sabedoria popular que “somos o que comemos”, mas sabia aquilo que escolhemos para as nossas refeições pode influenciar o futuro do planeta? A Associação Portuguesa de Nutrição acaba de lançar um e-book - um livro digital - sobre alimentação sustentável.

O documento “Alimentar o futuro”, disponível no site da associação, pretende sensibilizar a população para escolhas alimentares mais amigas do ambiente.

A Renascença entrevistou a secretária-geral da APN, Helena Leal, para perceber como é que a saúde e o ambiente podem ser servidos no mesmo prato.

Qual o impacto que a alimentação pode ter no futuro do planeta?

Hoje em dia já não chega pensarmos que devemos ter uma alimentação saudável… devemos ter igualmente uma alimentação sustentável: Quando escolhemos um alimento que seja nacional - como tem que viajar menos quilómetros até ao nosso prato - torna-se uma escolha mais amiga do ambiente; quando escolhemos alimentos comprados a granel ou em embalagens maiores estamos a poupar nos recursos necessários para a produção das embalagens. Depois há toda a questão que tem a ver com a própria produção. Pois um dos bens essenciais para produzir alimentos é a água e há alimentos que necessitam de uma maior quantidade.

Como podemos ter uma alimentação mais sustentável?

Temos que começar a pensar na forma como comemos e na forma como escolhemos os alimentos. Desde já podemos fazer as clássicas listas de compras, ou seja, pensar naquilo que necessitamos comprar e aquilo que necessitamos ter disponível na nossa casa. Depois a própria preparação dos alimentos, por exemplo, não desperdiçar as cascas, os talos. Também na própria confecção podemos fazer opções mais sustentáveis: o forno é um dos meios onde há maior gasto de energia. Por outro lado, devemos utilizar mais alimentos de origem vegetal do que de animal e escolhermos alimentos nacionais, sazonais e locais.

Estas recomendações podem ser encontradas no ebook que a APN acaba de lançar. Como é que as pessoas podem aceder a esta informação?

Este ebook está presente no nosso site institucional. Trata-se de um programa alargado que prevê sensibilizar e informar a população sobre esta temática da sustentabilidade alimentar de forma a alertar consciências e fazer com que as pessoas pensem que no seu dia-a-dia cada uma das suas escolhas pode fazer a diferença.

AGRO, NEGÓCIO?



Imagem Pixabay

Tenho pensado ultimamente como está difícil entender os caminhos da alimentação, de um lado, conceitos disputando a melhor posição: vegetariano, vegano, orgânico, sem lactose, sem carne, sem glúten, sem carboidrato, sem açúcar.... O que ganhamos? O apelido, na maioria das vezes pejorativo, de naturebas!

De outro lado, profissionais de saúde que vinculam alimentação a ser magro, ter um corpo de acordo com as exigências e os padrões ditados pela Moda . E aí vale tudo isso e mais: suplementos, jejuns, remédios, culpa, culpa, muita culpa.

Esquecem que alimento é sabor, é prazer, é nutrir, é carinho, é qualidade, é cultura. Esquecem que o corpo humano não é padrão, que isso é uma criação do marketing da beleza. Esquecem que ser magro não é sinônimo de saúde. Esquecem que comida de verdade vem da terra sim, mas que tudo pode, desde que seja com moderação, até que o paladar retorne ao seu estado natural.

Todas essas restrições e neuras, vem criando um mundo alimentício austero, insípido, sem cor e sem graça. E aí entra com todo seu esplendor “o lado negro da força” e o seu mundo cor de rosa!

As comidas industrializadas garantem em seus pacotinhos coloridos e alegres, facilidade no preparo, praticidade, rapidez, prazos de validade enormes e sabores incríveis (e viciantes, o que se omite, é lógico!).

As indústrias de agrotóxicos e transgênicos, vem com a promessa de lucros e abundância de alimentos como jamais se viu na história deste país. Filmes institucionais asseguram que com a ajuda delas teremos uma agricultura farta e rentável. (Tudo bem que não explicam que essa promessa existe desde o fim da 2ª. Guerra Mundial, que já esgotaram os solos da Europa e dos EUA, e muito menos que os produtos químicos que vendem aqui, estão banidos em muitos lugares do mundo por causarem doenças graves tanto em quem os utiliza, quanto em quem consome os alimentos cultivados com eles. Também não se fala das atrocidades praticadas aos animais em prol do dinheiro, sempre o dinheiro).

Em seus eventos luxuosos e bem patrocinados, encontramos conforto, tecnologia, coffee breaks e almoços servidos à vontade através de buffets e garçons solícitos. Participam formadores de opinião, executivos de empresas, imprensa, políticos de alto escalão apresentando um “Brasil que tem jeito, é só uma questão de tempo”, dizem eles. Um show, acompanhado via internet por milhares de pessoas, materiais de divulgação a rodo, tudo tão perfeito!

Recentemente fui a um desses eventos de agronegócios e confesso quase acreditei nesse mundo tão fascinante, não fosse por um pequeno detalhe: esqueceram do Agricultor. Aquele que planta, que cuida da terra, que trabalha de sol a sol alimentando o progresso e a população. Aquele pequeno agricultor que é maioria em nosso País. Definia-se o seu futuro e ele não estava lá.

Isso doeu muito em mim, mesmo preparada, sabendo que o evento era de empresas multinacionais que visam muito mais o lucro que o bem-estar de quem quer que seja, foi árduo ver pessoas cegas por promessas e brilhos, saber que ali desenhava-se um futuro de doenças e terras devastadas. Um rolo compressor que avança forte para esmagar sentimentos e valores, sem impedimento, sem oposição. E as pessoas brindam, sorriem, felizes com seus pratos finos e cheios de comida e promessas. Me lembrou um pouco aquele burrico que trabalha porque tem uma cenoura inatingível à sua frente.

Quando foi que nos afastamos do verdadeiro valor do alimento? Quando foi que aceitamos que executivos bem vestidos e políticos prolixos com palavras bem colocadas dissessem o que é bom para nós e para o País. Quando foi que permitimos que nossa vida valesse tão pouco?

E nós, que trabalhamos com alimentação consciente em todas as suas modalidades, estamos esquecendo dos nossos primeiros passos, dos nossos erros e acertos, tombos e enganos. Foram eles que contribuíram para formarmos nossas convicções.

O momento é de cultivar união, fortalecer elos, orientar passo a passo. Pegar pacientemente pela mão aqueles que ainda não sabem bem por onde ir. Esclarecer a real importância da Agricultura: Produzir com qualidade e respeito. Não estamos fabricando armas ou carros, estamos cultivando vida, alimento, futuro.

Só assim venceremos esse horizonte ou nos posicionamos ou em breve estaremos reféns das forças imperiais comandadas por um bando de Darth Vaders do Agronegócio.

Que a força esteja conosco!
por Nadia Cozzi

Fomos conhecer o Solli, 1º supermercado só de orgânicos, em SP

Fonte: Boa Forma AbrilPor Eliane Contreras

Resolver todas as compras orgânicas - da alface ao detergente - no mesmo mercado é possível. O Solli ainda organiza bate-papos sobre consumo consciente.




Reparou que a maioria das dietas consideradas saudáveis recomenda você consumir mais frutas e verduras e, sempre que possível, orgânicas? Não é à toa: quanto menos substâncias químicas você coloca para dentro do organismo, menos toxinas ele acumula e responde melhor ao esforço de emagrecer.

Mas não é só quem quer perder medida que procura priorizar os alimentos sem defensivos agrícolas. O número de pessoas interessadas em trocar os produtos tradicionais – da verdura ao café – por opções orgânicas cresce a cada dia. E não é que já existe um endereço em São Paulo para atender esse público? Ao contrário dos supermercados tradicionais, que ainda reservam um espaço acanhado para os itens sem defensivos, o Solli já nasceu 100% orgânico – oferece de gengibre a detergente livre de substâncias que possam agredir a nossa saúde ou a do planeta.


Supermercado 100% orgânico, em São Paulo (Eliane/BOA FORMA)

São quase 2500 produtos com certificação orgânica, incluindo

segunda-feira, 31 de julho de 2017

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Como fazer manteigas vegetais


Já tentou fazer manteiga vegetal em casa? Elas são mais saudáveis do que as tradicionais, super deliciosas e ótimas pra usar em diversas receitas! Tudo o que você precisa é de um liquidificador ou processador e criatividade para criar sabores e texturas diferentes.
Veja o passo a passo completo aqui!
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