Essas especificações sobre tipos de massa, foram postadas no Blog daLu Francesa, achei bem interessante e resolvi postar aqui. Afinal, quem de nós não tem dúvidas na hora de fazer o pedido ao garçom?
1. Massa recheada, cappelletti. Quando pequenos, chamam-se tortellini. Maiores serão tortellonis ou orecchionis.
2. Massa recheada, ravioli. Quando maiores, chamam-se agnolottis. Quando do tamanho de pastéis, chamam-se torteis, estes em geral recheados com abóbora.
3. Ziti: tubos finos, podem ser tambem tagliati.
4. Linguine: “pequenas línguas”. Massa comprida, achatada mas não completamente.
5. Taglierini: massa comprida e fina.
6. Fedelini: massa comprida, mais fina do que taglierini.
7. Gemelli: “gêmeos”. Duas tiras de massa que se enrolam uma na outra, cortadas em pedaços.
8. Linguini de legumes, colorida.
9. Conchigliete: pequenas conchinhas.
10. Fusili: tubinhos em forma de espirais.
11. Macaroni: tubinhos curvos.
12. Orzo ou Semi di Melone (sementes de melão): pequenas massas em formato de arroz, usadas principalmente em sopas.
13. Spaghetti: massa comprida. Spaghettoni quando mais grossa,spaghettini quando mais fina.
14. Manicotti: tubos maiores, podem ser recheados.
15. Spaghettini
16. Spirali ou tortiglioni: fusilis compridos.
17. Conchiglie: conchas.
18. Capelli d’angelo: “cabelo de anjo”. Massa fininha para sopas ou para pratos doces.
19. Radiatori: massa em forma de radiadores.
20. Fettuccine: massa em forma de fita, em ninhos. Quando mais larga,tagliatelle e fettucce.
21. Penne: “pena”. Também chamadas de mostaccioli (pequenos bigodes). Tubos com finais em ângulo. Podem ter riscos na superfície (penne rigati) ou podem ser bem lisas (penne lise). Quando pequeninas, são pennettes.
22. Farfalle: “borboletas”. São as famosas massas gravatinhas.
23. Rotelle ou Ruote: “rodas” de carreta.
24. Rigatoni: tubos de tamanho médio.
25. Eliche ou Spirali: pequenos fusilis.
26. Lasagne: folhas de massa para lasanha, com borda crespa.
27. Fusilis de legumes, coloridas.
28. Bucattini: em forma de spaguetti, mas furada no centro. Também conhecida por perciatelli.
29. Fettuccine comprida.
30. Lasagne: folhas de massa para lasanha, com borda lisa.
Quem me conhece sabe que eu adoro essas besteirinhas, para mim, uma mesa bem posta faz toda diferença na refeição. Então resolvi postar essa foto que achei no site da loja Roberto Simões (que por sinal, tem cada porcelana linda), para facilitar a vida de todos.
ATT: Faltou uma faquinha em cima do prato de pão, e só para lembrar, as lâminas das facas sempre voltadas para os pratos.
Creme tipo catupiry caseiro, receitas caseiras,dicas de receitas genéricas, cozinha experimental, faça você mesmo.Hoje vou comentar a receita do catupiry genérico, que também testei e aprovei.
Ingredientes 1 litro de leite 4 colheres de sopa de maisena 100 gramas de queijo parmesão ralado.
Modo de preparar Separe um copo de leite frio e use para diluir bem a maisena, reservando em seguida.
Leve o restante do leite ao fogo até aproximar-se o ponto de fervura. Abaixe o fogo e vá despejando devagar o leite com maisena. Continue mexendo até engrossar. Desligue o fogo e continue mexendo. Misture o queijo ralado devagar e sempre mexendo, de preferência com colher de pau. Deixe descansar até esfriar e misture novamente. Guarde em geladeira num pote de plástico ou vidro com tampa. Utilise em suas receitas. Não guarde por muito tempo pois não contém conservante, por isso pode estragar.
Você pode observar que há um segredinho? Pois bem, esse segredinho é mexer muito do começo ao fim. Fica um creme de queijo saboroso e macio. Se você estiver em casa num sábado à noite e bater uma vontade incontrolável de comer frango com catupiry, você olha na geladeira e tem sobras de frango desfiada mas não tem catupiry... Este creme pode ser um salva-vidas, não é um catupiry perfeito, mas quebra um bom galho e o sabor é muito bom e a textura bem parecida.
Você está dando uma festa em sua casa e de repente descobre que acabou a cerveja. Descobre no meio da festa que o vinho, o salgadinho ou ainda a sobremesa não serão suficientes para todas as pessoas se servirem a contento. Isto é tão desagradável que às vezes você compra quantidades em excesso paranão passar vexame e acaba jogando fora um monte de coisa.
Para evitar esses dissabores, é necessário saber calcular as quantidades dos “comes e bebes” corretamente. As dicas a seguir vão ajudar nessa tarefa e fazer com que sua festa seja um sucesso. Divirta-se.
BEBIDAS 1) Cerveja - Em uma festa onde haverá apenas cerveja de bebida alcoólica, calcule uma garrafa (600 ml) por convidado. - Se a cerveja é a bebida principal, mas também vai haver vinho tinto e branco, calcule uma garrafa (600 ml) para cada quatro convidados. - Se na festa a bebida principal é vinho e vai haver cerveja como uma segunda opção, calcule uma garrafa (600 ml) para cada seis convidados. 2) Vinho Branco - Uma garrafa para cada três pessoas. 3) Vinho tinto - Uma garrafa para cada quatro pessoas. 4) Espumante - Se for a única bebida, uma garrafa para cada dois convidados. - Se houver outras bebidas, uma garrafa para cada seis pessoas. 5) Whisky - Uma garrafa para cada seis convidados. 6) Água - Calcule 500 ml de água mineral por pessoa. 7) Refrigerante - Se na festa houver apenas refrigerante e água, calcule 600 ml por convidado - Se houver outras bebidas, calcule 400 ml por pessoa.
COMIDA 1) Salgadinhos - Se vai haver almoço ou jantar em seguida, calcule oito unidades de salgadinhos por pessoa. - Se vão haver apenas salgadinhos, calcule 18 unidades por convidado. 2) Pratos quentes - Massa: se for o prato principal, 200 g por pessoa; se for acompanhamento, 150 g por pessoa. - Carne: em um almoço ou jantar em que haverá outros pratos calcule 200 g por pessoa. Em churrasco calcule 300 g de carne por mulher e 500 g por cada homem. Veja o artigo “Dicas para Planejar e Preparar um bom churrasco”. - Arroz: 50 g de arroz cru por pessoa (ou 150 g de arroz cozido)
SOBREMESA - Bolo: 100 g por pessoa se for a única sobremesa. Se houver também docinhos, 60 g por pessoa. - Docinhos: Se forem servidos junto com outra sobremesa, 3 por pessoa. Se forem servidos sem complemento, 6 unidades por convidado. - Frutas: calcule 150 g de frutas por convidado. - Sorvete: Calcule 2 bolas de sorvete por convidado. Importante: quando se trata de sobremesa, a quantidade de cada tipo deve ser suficiente para todos os convidados. Não há compensações.
Estudos apontam 13 ingredientes que o aquecimento global e outras catástrofes naturais podem fazer desaparecer da mesa
Por Comida IG -Ana Lucia Silva, especial para o iG São Paulo| - Atualizada às
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Foto: ThinkstockAquecimento global, desmatamento e coleta predatória podem fazer que o prato fique vazio
Se a situação ambiental não for revertida, há rumores de que o aquecimento global vai provocar mudanças no cardápio mundial. E não é só ele. Além do aumento da temperatura e as modificações climáticas da Terra, a pesca predatória e o desmatamento também poderão causar modificações importantes no cardápio do homem. Nas próximas décadas, alimentos que fazem parte do nosso cotidiano vão se transformar em artigos de luxos.
Segundo os cientistas, a Terra deve apresentar uma elevação na temperatura de 2 a 3 graus até 2050 e o IPCC (Intergovernamental Panel on Climate Change) prevê um aumento de 5,8ºC nos próximos 100 anos. Se não forem controladas as emissões de gás carbônico, as previsões podem se tornar verdadeiras. Confira 13 ingredientes que vão sofrer com as mudanças e receitas para aproveitá-los enquanto ainda dá tempo.
Foto: DullaO chocolate vai se tornar um produto caro. Imagina ficar sem brigadeiro, sem bombom, sem bolo...
Chocolate O chocolate já foi bebida sagrada para as civilizações pré-colombianas e se transformou em um grande hit mundial. Mas quem não vive sem chocolate prepare-se. Daqui a 40 anos, segundo estudo da fundação Bill & Melinda Gates, o hábito custará caro.
As principais áreas de cultivo do cacau, Gana e Costa do Marfim, podem sofrer danos definitivos. O problemão é que esses dois países africanos são responsáveis por 2/3 da produção mundial do ingrediente. Para tentar fugir dessa realidade, fazendeiros começaram a procurar regiões mais frias e limitadas para seu cultivo, que precisam de um alto investimento em tecnologia, segundo o Centro Internacional de Agricultura Tropical (CIAT), na Colômbia.
Foto: Edu Cesar/FotoarenaSalmão e outros peixes podem sumir do cardápio em 2050
Salmão Os peixes são produtos sensíveis que vão sofrer muito com as alterações climáticas e a mudança de acidez dos oceanos. Segundo a National Wild Federation, o salmão terá problemas para se alimentar com os moluscos, cada vez mais ácidos, e também para se reproduzir, já que as ovas serão arrastadas pelos rios.
Foto: Getty ImagesNem on the rocks, nem puro. O uísque corre risco de desaparecer
Uísque Os amantes da bebida podem sofrer com a falta de quantidade e também qualidade. A Escócia, maior produtor de uísque, poderá ter que enfrentar secas, enchentes e pragas nas áreas de plantio de cereais usados na fabricação da bebida, como o malte. É o que diz uma pesquisa encomendada pelo governo escocês em 2011.
Foto: Tadeu Brunelli/DivulgaçãoOs tradicionais bolinhos de bacalhau podem ficar só na lembrança
Atum e bacalhau O atum e o bacalhau também vão sofrer os impactos. Segundo a pesquisa coordenada por Stephen R. Palumbi, da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, o cenário em 2050 não será nada bom. O estudo aponta que até lá nenhuma espécie marinha que usamos para fazer nossos pratos será própria para o consumo.
Segundo os pesquisadores, algumas espécies já perderam 90% de sua população total desde 1994. No caso do atum azul e dos peixes conservados como bacalhau, tidos como nobres, a população caiu 92% nos últimos 60 anos. Além da temperatura, essas espécies têm problemas com a pesca predatória.
Foto: Getty ImagesBordeaux, na França, é uma das mais tradicionais regiões produtoras de vinho
Vinhos de Bordeaux A região francesa de Bordeaux é uma das mais respeitadas quando o assunto é vinho. Nem ela, área produtora das mais antigas e responsável por 1/3 da produção da França, vai escapar. Alguns especialistas dizem que com as alterações do aquecimento global, a área se tornará imprópria para o cultivo das uvas em 2050.
A saída deve ser o uso de espécies geneticamente modificadas, que vão deixar os frutos mais resistente às mudanças climáticas. O preço, com certeza, vai subir junto com a temperatura.
Foto: DullaO arroz é a base da alimentação de muitos povos e pode sofrer com o aumento da temperatura
Arroz O arroz é a base da alimentação de muitas culturas. Como falar para um japonês que ele vai ficar sem sushi ou para um brasileiro que ele vai ter que fazer mudanças estruturais em seu PF? A colheita de arroz já tem mostrado quedas de até 20% no rendimento dos últimos 25 anos. Uma pesquisa norte-americana realizada com 227 propriedades rurais das principais regiões produtoras (Tailândia, Vietnã, Índia e China) relaciona a redução com o aumento de temperatura durante a noite. Para eles, as plantas estão gastando mais energia para respirar em noites quentes, afetando a fotossíntese e o desenvolvimento da plantação.
Foto: Getty ImagesA produção de mel já vem caindo na Europa, América do Norte, África e Ásia
Mel As colônias de abelha na Europa, América do Norte, África e Ásia, começaram a dar os primeiros sinais de problemas. Segundo o Departamento de Agricultura dos EUA, as populações de abelha diminuíram de 5,5 milhões, em 1950, para 2,5 milhões, em 2007.
Os principais culpados são os agrotóxicos e a poluição, mas uma corrente de cientistas não exclui o aquecimento do planeta que vem alterando a floração como uma das causas.
Foto: DullaParasitas e fungos serão os piores inimigos da banana
Banana A situação para os que gostam de banana também não é das melhores. O alerta sobre a banana-nanica que vinha sido atacada por parasitas, como o fungo sigatoka-negra, já foi dado há alguns anos. Ainda existe uma penca de tipos de banana por aí, mas no futuro não há como prever se uma nova praga não fará estrago maior. As bananas que consumimos hoje têm baixa variedade genética e, por isso maior vulnerabilidade.
Foto: Tricia Vieira/Foto ArenaUm simples cafezinho será artigo de luxo nas próximas décadas
Café O café também está na mira. Algumas regiões produtoras na América Latina já mostram indícios de queda na produção de seus melhores grãos. Os cafezais precisam de temperatura e clima adequados, além de um equilíbrio entre dias secos e chuvosos e isso não está acontecendo. As chuvas fortes danificam as flores e o calor intenso acelera a proliferação de fungos. Segundo a Embrapa, se a situação continuar assim, a produção de café no Brasil pode cair 92% até 2100.
Foto: Getty ImagesA mandioca pode não sumir de vez, mas as variedades vão diminuir
Mandioca A mandioca pode não sumir totalmente do cardápio, mas com certeza a variedade de espécies diminuirá, segundo estudo do biólogo Nagib Nassar, da Universidade de Brasília. Alguns tipos selvagens já começaram a sumir no cerrado brasileiro. As pesquisas que estudam a região desde 1970 revelam que três espécies já teriam sumido do mapa. Apesar de a mandioca que usamos em casa estar longe da extinção, perdemos muitas oportunidades de fazer cruzamentos genéticos com as espécies selvagens, que são mais ricas em proteínas. O milho e o trigo também podem sofrer com esse problema.
Um pesquisa da Embrapa, baseada na estimativa do aumento da temperatura do IPCC, é mais pessimista em relação à raiz. Para o órgão, a mandioca corre sério risco de desaparecer ainda em 2020 em áreas cada vez mais quentes, como o semi-árido nordestino. Por outro lado, outras áreas não terão temperatura suficiente para a produção.
Foto: Rita GrimmO pinhão, tão característico da região Sul do País, está na lista dos ameaçados de extinção
Pinhão A associação internacional Slow Food criou uma lista de alimentos que correm o risco de desaparecer nas regiões em que são nativos ou pratos típicos com modo de fazer específico tradicional. A lista brasileira conta com mais de 20 produtos, entre eles o pinhão tradicional da região sul e das serras. A principal ameaça do pinhão é a coleta não sustentável.
Foto: André CtenasO pupunha já é usado no lugar do palmito-juçara, espécie muito atingida com a coleta predatória
Palmito O palmito-juçara é outro que está na lista da Slow Food Brasil e pelo mesmo motivo: coleta não sustentável. A planta quase sumiu de vez, até que seu consumo começou a ser substituído pelo do palmito pupunha, de cultivo mais fácil.
Apesar dos esforços, o palmito-juçara ainda corre riscos. Nativo da região Sudeste do Brasil, essa espécie sofre com a extração predatória há anos e tem conseguido se manter graças à reservas indígenas guarani que mantém as palmeiras nativas e fazem uma coleta sustentável.