terça-feira, 16 de outubro de 2018

De volta para o futuro. 16 DE OUTUBRO DIA MUNDIAL DA ALIMENTAÇÃO

    Imagem: Pixabay
    Por Nadia Cozzi

E o futuro trouxe o passado glorioso de volta.


Proliferam hortas nas casas e nas cidades, feiras livres lotadas de pessoas e alimentos frescos e sem veneno, chefs de cozinha que se preocupam com o sabor, mães que fazem questão de amamentar seus filhos, supermercados que já reservam bons espaços para os alimentos livres de agrotóxicos e até as grandes indústrias de alimentos já perceberam que precisam mudar e criam linhas alternativas, pois já sentiram que o consumidor está mais exigente e esperto.

Tem muita coisa para mudar? Tem sim. Tem muita luta pela frente? E como. Mas hoje somos mais fortes e orgulhosos, pois com certeza estamos contribuindo para escrever a história da alimentação no futuro.

Feliz Dia Mundial da Alimentação. E vamos em frente.... Sempre!

** O Dia Mundial da Alimentação foi criado para refletirmos sobre temas como a fome e a segurança alimentar.

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Tudo o que faz seu fígado se sentir amado

Fonte: Vera Guedes Aromatherapy
1/20/2014


O fígado é o órgão da Mudança - ele gera, distribui e controla o suprimento de energia do corpo, modulando a força vital. Ao sentirmos uma perda em nosso entusiasmo pela vida, sentiremos também uma redução do apetite. Tudo que resultar em vitalidade será por nós evitado, este padrão de comportamento pode provocar a anemia ou mesmo distúrbios de coagulação sanguínea, levando a frequentes hemorragias.

Nosso organismo tem grande habilidade de adaptação a novas condições, sejam elas climáticas ou alimentares. Essa capacidade é grandemente prejudicada nas pessoas que não possuem essa mesma facilidade com relação a SITUAÇÕES NOVAS. 

Para elas as mudanças são acompanhadas de desarranjos gastrointestinais ou mesmo de outras alterações metabólicas, principalmente do fígado. Portanto, rejeitar o novo e não saber extrair o melhor da situação prejudica a função desse órgão de absorver e eliminar corpúsculos estranhos no sangue. Prova de que ele é um órgão relacionado a mudanças, esta em sua capacidade de regeneração, qualidade intensificada em pessoas mais flexíveis às mudanças e com maior facilidade em se refazerem a partir de situações difíceis."
Metafísica da Saúde - Valcapelli e Gasparetto.


O fígado mandando um recadinho dizendo "basta, não estou bem"
Algumas coisinhas que deixam o fígado infeliz e sentindo-se mal tratado e mal amado são excessos de alimentos, especialmente os gordurosos, bebida alcoólica, medicação, hormônios sintéticos e até os óleos essenciais, como já vimos podem deixá-lo profundamente infeliz, quando usado demais, e sem uma necessidade real. Mas, nada pode deixar o fígado mais triste do que a ingestão excessiva de bebida alcoólica.

Um recadinho dizendo - "obrigada, estou me sentindo amado"

Tudo que faz o fígado feliz e sentindo-se bem tratado e AMADO primeiramente a moderação, palavra chave para os cuidados com este órgão, e claro, alimentos e líquidos saudáveis tais como água pura, infusão de ervas (camomila, fenel, melissa, alecrim, lavanda, peppermint) e chá verde, este com moderação, pois em excesso pode ser prejudicial ao órgão. 

E não se esquecendo da fabulosa água de coco, é puro afago para ele. Os óleos essenciais pertencentes a família dos cítricos são amigos potentes do fígado são eles: Grapefruit, Mandarin, Limão, Laranja doce e amarga. Estes óleos essenciais são também grandes benfeitores para pessoas que sentem muita dificuldade de aceitar mudanças e coisas novas, eles abrem um campo de consciência mais amoroso e disponível para que a pessoa possa aceitar as mudanças que a vida lhes propõe sem resistência ou sentimentos de amargura ou vitimização.

É a Natureza atuando para que possamos amar cada vez mais nosso corpo e dar a ele todo carinho e respeito que ele merece, afinal, ele é a morada de Deus em nós.

Vera Lucia Guedes - IFPA
Tutora Penny Price Academy - Brasil

Meditar e cozinhar, uma boa dupla

Os preceitos da culinária Shôjin, adotada nos mosteiros zen budistas, podem transformar a maneira como você prepara a sua refeição. 

Fonte: Revista Vida Simples 
Edição 133
Publicado em 01/07/2013 
Ana Holanda/ Fotos: Alex Silva


Cortar os legumes e apenas cortá-los. Lavar as louças e apenas limpá-las. Tudo em silêncio e sem a algazarra estrondosa do bater panelas, derrubar ou quebrar copos, esquecer o fogo alto aceso. Mais do que fritar, assar,cozinhar, grelhar, estar na cozinha, preparar a refeição, limpar a bagunça, pode ser um tremendo treinamento para acalmar a mente e trazer a almejada paz de espírito.

A ideia, em um primeiro momento, soa bem estranha. Meditação tem a ver com um lugar calmo, uma almofada, um incenso e você sentado na tradicional posição de lótus. Pois bem, cozinhar e, na sequencia, saborear o alimento pode provocar efeitos semelhantes aos experimentados na tradicional meditação. Mesmo com aroma da sopa fervilhando no fogão e as mãos cheirando a alho ou cebola recém-fatiada. Pelo menos esse é o pensamento da chamada culinária Shôjin, praticada nos mosteiros que seguem a tradição do zen budismo. Nesses mosteiros, o tenzô (o cozinheiro) é sempre um monge com alta elevação espiritual. É ele quem decide o que será preparado e quem coordena o trabalho na cozinha.

Os princípios da culinária Shôjin, aliás, muito têm a ver com um jeito mais sustentável de se nutrir. Por exemplo, o alimento deve ser aproveitado integralmente - nenhum talo, semente ou casca é desperdiçada. E só se usa legumes, verduras e frutas `da época e cultivados na região - obviamente tudo é orgânico. Muitos mosteiros têm, inclusive, seu pomar e horta. A alimentação é vegetariana e os monges cozinheiros fazem tudo em absoluto silêncio. Na maneira mais tradicional, também não se usa nem cebola, nem alho. E as cores e os sabores dos alimentos também devem ser levados em conta para que exista um perfeito equilíbrio. Por isso, não podem faltar, em uma refeição, amarelo, branco, verde, vermelho, preto ou roxo e marrom; e os sabores ácido, picante, amargo, salgado e doce.

São poucos os mosteiros no mundo - boa parte deles estão no Japão que seguem o Shôjin. No Brasil, o Mosteiro Zen Morro da Vargem, que fica em Ibiraçu, no Espírito Santo, segue os ensinamentos do mestre Dogen (1200 a 1253), que introduziu a escola Soto, do Budismo Zen. Em Morro da Vargem, o preparar a refeição e saboreá-la faz parte da prática para entender o caminho da iluminação. E quando o assunto é cozinhar, o mosteiro segue livros como o Tenzo Kyokun (instrução para o chefe de cozinha do mosteiro), o Fushuku Hanpo (como comer o desjejum e o almoço) e o Jikuinmon (orientações sobre a cozinha, armazenamento e processamento dos alimentos). 

"No Mosteiro, preparam-se as refeições diárias com vegetais e legumes em sua maioria colhidos na própria horta. Seguindo o preceito de respeitar todas as criaturas vivas, Dogen Zenji nos diz que o melhor alimento é resultado de três elementos: do próprio alimento, de quem o come e de quem o prepara", escreve o Reverendo Hokan Saito, abade do Templo Mirokuji, em Ieakuni, no Japão. "O alimento na vida do Zen nos dá não somente a nutrição, mas contentamento e gratidão", completa Hokan Saito. A pedido das pessoas que frequentam o mosteiro de Morro da Vargem e que já provaram as deliciosas refeições preparadas por lá, foi publicado, ano passado, o Livro de Receitas Mosteiro Zen Morro da Vargem, no qual o mestre cozinheiro do lugar ensina a fazer delícias como o estrogonofe de glúten com couve-flor, a panqueca de ricota com taioba e a sopa de cenoura com gengibre, que ilustra essa matéria.

O preparo
Monja Gyoku En, do Budismo Zen, já provou a saborosa comida preparada no Mosteiro Morro da Vargem. "Os monges comiam o que havia por lá. Às vezes, serviam jaca assada, jaca cozida, jaca à milanesa. Caroço de jaca assado, cozido, torrado e feito farinha. Tinha milho que virava uma massa de pizza deliciosa, com molho de tomate da horta e queijo produzido ali mesmo com leite da vaca que era criada pelos monges", conta Gyoku. E continua: "o que mais me encantou definitivamente naquela cozinha foi a simplicidade, a limpeza, a organização, a disposição dos objetos da cozinha e o comportamento dos monges, que, ao cozinhar, mantinham-se atentos e em silêncio". Monja Gyoku En teve contato mais direto e intenso com a culinária Shôjin depois que recebeu a ordenação monástica e passou algum tempo no Mosteiro Shogoji, no Japão, onde pode observar como os monges mais experientes preparam o alimento. Esse aprendizado se transformou em oficinas sazonais. E, há pouco mais de um ano, em um livro O Zen na Cozinha (editora Sustentar).

Gyoku nasceu em Belo Horizonte e sempre adorou ver a avó e a mãe cozinhar. Foi criada com a casa sendo perfumada pelo aroma dos pratos preparados no fogão a lenha. Quando jovem, foi para São Paulo e começou a fazer sozinha a própria refeição. Da relação emocional com a cozinha da infância, brotou o interesse pela culinária Shôjin, que conheceu depois de sua ordenação. "Nos grandes mosteiros, é o tenzô quem define o cardápio, escolhe os alimentos. E o cozinhar é silencioso. Mas é um silêncio natural, porque enquanto se cozinha, os outros monges meditam", conta ela. "É o silêncio que ajuda a transformar o cozinhar em meditação. E é pelo silêncio que você entende mais as pessoas do que quando está falando. Sua percepção fica mais aguçada", pondera. Segundo a monja, que hoje mora em Brasília, com uma certa dose de atenção - o tal estar presente no aqui agora - conseguimos perceber, na cozinha, como está nosso lado emocional. 

Se estamos agitados ou com muitas preocupações, é quase inevitável derrubar o copo, bater as panelas, deixar a comida queimar, exagerar no sal na hora de temperar. "Isso é envolvimento, o estar inteiramente presente, não dividido e totalmente devotado ao ofício decozinhar", acredita a delicada e simpática Monja Gyoku En, que adora assistir a programas de culinária na TV a cabo, como os de Jamie Oliver, Chuck Hughes, que tem um restaurante em Toronto, no Canadá, e Rachel Koo, uma inglesinha que mora em Paris, estudou na prestigiada escola Le Cordon Bleu etransformou sua quitinete em um restaurante: La Petite Cuisine à Paris.

O saborear
O respeito pela comida é muito importante no Shôjin. Isso, aliás, é um princípio do zen budismo: a não discriminação. "Cozinhar no estilo Shôjin requer uma atitude sincera e respeitosa em relação aos alimentos, não julgá-los pela aparência e ter os mesmos cuidados e consideração para com todos os alimentos. Preparar a comida cuidadosamente, seja grande ou pequena a quantidade, raro, caro comum ou acessível, sem discriminação", diz a Monja Gyoku En.

Além do respeito no comer, é importante manter o ambiente agradável. Monja Coen, fundadora da Comunidade Zen Budista por aqui, costuma dizer que a refeição não precisa ser silenciosa. No dia a dia, em família, a conversa é permitida, mas nada de assuntos que possam causar aflição, angústia ou discórdia. "É um momento para compartilhar o que temos e para compartilhar a vida", diz.

Para Gyoku En, uma das coisas que está adoecendo no mundo de hoje é a nossa atitude no comer. Isso porque as pessoas não percebem o que estão colocando na boca, fazem isso de frente para a tevê, se alimentam de maneira ansiosa e não se permitem experimentar novos e diferentes sabores. Segundo ela, o espírito da culinária Shôjin está em cozinhar para fazer os outros felizes e compartilhar essa refeição com quem a gente ama.

Cozinhar, afinal, pode ser algo bem mais profundo do que podemos imaginar. Como diria Monja Coen, precisamos fazer a cada instante da nossa vida, um instante de prática. E por que não na cozinha, certo?

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Bolinho integral de maçã com canela

Esta receitinha eu pesquisei no Blog Dona das Coisinhas  de minha queridinha Zilah, aliás vale a pena visitar o Blog dela tem coisas bem bonitas e diferentes.




Ingredientes:
4 maçãs com ou sem cascas cortadas em pedaços ( se for orgânica não precisa tirar a casca)
2 colheres de chá de canela em pó
2 xícaras de farinha de trigo integral
2 xícaras de açúcar mascavo
1/2 xícara de óleo vegetal de girassol
4 ovos tipo caipira
1 colher de sopa de fermento não transgênico
1 colher de chá de bicarbonato de sódio
Modo de preparo:
Bata todos os ingredientes no liquidificador e despeje em uma assadeira untada com manteiga e farinha.Leve ao forno pré-aquecido a 180 ºC por cerca de 20 minutos.
Após assado, polvilhe uma mistura de açúcar mascavo e canela por cima do bolo.

Dica: Se preferir, você pode usar forminhas de cupcake. Fica mais prático para o armazenamento e também para as crianças levarem de lanche para a escola. Além de ser mais charmoso caso vá servir em alguma ocasião especial.
*Essa receita é uma dica da Camila Lloyd :)

terça-feira, 9 de outubro de 2018

O Dia das Crianças – Dia de Ouvir!

Afff! Como o tempo passa! Já estamos outra vez em outubro, um mês de festividades para a alimentação saudável.

Dia 12 Dia das Crianças, Dia 16 Dia Mundial da Alimentação, Dia 17 Dia do Agricultor. Dia 31 Dia das Bruxas. Não tem nada a ver o dia das bruxas?

Pois eu digo que somos muito parecidas com elas: mulheres fortes, que fazem mágica para dar tudo certo em casa, no trabalho, com as crianças, o marido, etc. E ainda de quebra, adoram um caldeirão, ou melhor, tem prazer em cuidar da alimentação da família. Perceberam?

O Dia das Crianças – Dia de Ouvir!

Para falar em Dia das Crianças, tenho que enfatizar a importância de tirar um tempo nessa vida corrida para simplesmente ouvir. Ouvir de verdade o que elas falam. Que aflição me dá quando vejo uma criança falando com os pais e eles respondem meio que no automático, sem sequer olhar para ela.

Será que pelo menos no dia delas dá para deixar de lado os smartphones, as redes sociais, o trabalho, a política, e simplesmente sentar com elas e ouvir o que elas têm a dizer, o que elas têm para contar?

Aí vocês vão dizer, seu assunto não é alimentação? É, por isso mesmo. 
 

Alimentar é muito mais que dar comida, alimentar é dar amor, dar atenção, dar carinho. Alimentar a alma e os laços familiares. Elas devem reconhecer em você a segurança, a confiabilidade, a pessoa que sempre estará esperando por elas, não importa o que aconteça.

Eu tive pais assim, por isso sei o quanto isso é importante, sempre soube que acertando ou errando eles estariam lá para me receber. E assim foi!

Agora falando sobre alimentação, que tal um dia das crianças bem especial, com a participação delas?

Livro A Culinária Capira da Paulistânia

A editora Três Estrelas lança em outubro o livro A culinária caipira da Paulistânia: a história e as receitas de um modo antigo de comer, de Carlos Alberto Dória e Marcelo Corrêa Bastos.

 Neste estudo inovador sobre a alimentação no Brasil, Carlos Alberto Dória, um dos principais e mais eruditos pesquisadores do assunto no país, e Marcelo Corrêa Bastos, chef conhecido por sua inventividade e talento à frente do restaurante Jiquitaia, em São Paulo, propõem uma nova forma de entender a história da culinária caipira.Privilegiando elementos culturais a recortes políticos, os autores definem como berço da culinária caipira a região a que dão o nome de Paulistânia, que abrange o que hoje éSão Paulo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina, parte do Rio de Janeiro e Espírito Santo, alcançando também a região das Missões, no Rio Grande do Sul.
 Saboroso exercício histórico, literário e gastronômico, A culinária caipira da Paulistânia não se limita a recuperar a trajetória dessa cozinha: reúne ainda quase 270 receitas, coletadas de fontes primárias, que oferecem uma ponte entre história e cotidiano e entre teoria e prática.
Já em pré-venda. Nas livrarias a partir de 15 de outubro.

sexta-feira, 5 de outubro de 2018

Pessoal do RJ olha lá >>>>>Plantas Alimentícias não convencionais

Diversidade, Saúde e Sabores

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Imagem: Minas de Fato

No dia 11 de outubro, quinta-feira, a partir das 13h, o curso de Gastronomia da Estácio unidade Praça Onze sediará a palestra gratuita “Plantas Alimentícias não convencionais”. Ela será ministrada por Valdely Kinupp – autor do livro que tem o mesmo nome e professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Amazonas. Como as vagas são limitadas, os interessados deverão chegar 30 minutos antes do horário do evento para pegar suas senhas.

Segundo Cláudia Fortes, coordenadora do Curso de Gastronomia dos campi Tom Jobim (Barra da Tijuca) e Praça Onze, o objetivo deste encontro é mostrar aos alunos e aos profissionais da área gastronômica novos sabores que são aliados da saúde, além de apresentá-los a diversidade de alimentos brasileiros.

A atração recebe o apoio da UFRRJ, Embrapa (Agrobiologia), Pesagro-Rio, CNPq e o Instituto Federal do Rio de Janeiro.

Serviço:

Evento - Plantas Alimentícias não convencionais”
Data – 11 de outubro
Horário – 13h
Local – Estácio Praça Onze, Avenida Presidente Vargas, 2.560 – 10º andar – no Auditório-RJ



Fabio Barros
(21) 3461-4616 • r 169 | (21) 9 9301-8595 | (11) 3846-5787
www.approach.com.br

segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Pessoal de São Caetano - SP

Viva Bem Orgânicos inaugura empório, restaurante e bar em novo endereço



Praticamente ao lado do antigo endereço (Rua Marina Giacomini, 57), o novo Viva Bem Orgânicos, que foi recentemente inaugurado na Rua Piauí, 700 em São Caetano ganha
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