segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Halloween do Bem ou o Dia do Saci! Gostosura ou travessura?


Com certeza vamos ouvir que isso é coisa de americano e que aqui no Brasil não se comemora o Halloween. Ledo engano, tanto é que desde 2003 existe um Projeto de Lei para se comemorar o Dia do Saci nessa mesma data, visando resgatar figuras do folclore brasileiro, em contraposição ao Dia das Bruxas.

Ao contrário do que se pensa o Halloween tem suas raízes no Reino Unido onde era comemorado na noite anterior ao 1º de novembro, o Dia de Todos os Santos. Por se tratar de um ritual muito antigo muitas formas de comemoração foram criadas. Em umas as pessoas colhiam couves e repolhos por acreditar que seu formato e sabor forneciam pistas sobre a profissão e a personalidade do futuro cônjuge. Em outras havia a pescaria de maçãs com a boca, elas eram marcadas com as iniciais de diversos candidatos.

Os americanos importaram rituais do Reino Unido com adaptações: as maçãs usadas para prever o futuro pelos britânicos viraram cidra, servida junto com rosquinhas, os “famosos donuts". Foi na América que a abóbora passou a ser sinônimo de Halloween e também surgiu a tradição das crianças fantasiadas pedindo guloseimas.

Primeiro eram bolos da sorte, depois claro os industrializados tomaram conta, seja pela praticidade, seja pela propaganda. Mas o importante é que esta data sempre esteve relacionada ao alimento.

O que é o #halloweendobem?

É um movimento a favor da comida de verdade, afinal todo mundo que mexe com cozinha é meio feiticeira, pois vive querendo encantar os outros com seus sabores e aromas.

Já sabemos que o alimento saudável transforma as pessoas, dá energia, vitalidade, além de agradar o paladar, aí está o feitiço.

Em outubro comemora-se o Dia das Bruxas, com um monte de “porcaritos”. Que tal então aproveitar a comemoração com fantasias, brincadeiras e muitas delícias de verdade. Que tal mostrar às crianças as figuras do nosso folclore?

A proposta é trocarmos receitas rápidas e fáceis pelas redes sociais incentivando a preparação de coisinhas gostosas nesse dia, de preferência com a ajuda das crianças, completando assim o #feitiçodafelicidade.

Use a use a hashtag #halloweendobem para facilitar a pesquisa.

#partiu halloweendobem?  Vou começar com um pirulito de chocolate, fácil, divertido e gostoso.

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Nutricionista e chef do RS dão dicas de alimentação na primavera; confira

Fonte: G1
Frutas e legumes da estação são mais ricos em líquido, diz nutricionista.
Chef mostra preparo da receita de rolinho de abobrinha com espinafre.

Chef prepara receita com ingredientes da primavera (Foto: Giovanni Cristofoli/Divulgação)

Diversidade de flores, frutos e legumes, e aumento gradativo das temperaturas durante o dia. Essa é a combinação da primavera, estação que começou na manhã desta quinta-feira (22) em todo o Hemisfério Sul.

Para marcar o começo da estação, oG1 RS conversou com uma nutricionista para saber quais são as frutas e os vegetais mais indicados para serem consumidos nesta época do ano por quem mora no Rio Grande do Sul.

"A própria natureza nos fornecer a cada estação o que mais precisamos durante aquele período. As frutas e legumes da primavera são mais ricos em líquido, se preparando para o verão. Os alimentos de outras estações são mais ricos em carboidratos", explicou Carla Haas Piovesan, que é doutora em Medicina e Ciências da Saúde.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) indica o consumo mínimo de 400g de frutas e verduras por dia. Conforme as orientações da nutricionista, abaixo estão opções para serem consumidos ao longo da estação, e que podem ser encontrados por preços mais baixos, além de estarem mais frescas.

Veja cinco frutas para a primavera:

Jabuticabas (Foto: Eliete Marques/G1)

Jabuticaba - a pigmentação bem escura torna a fruta rica em antocianina que, entre uma série de benefícios, combate doenças cardiovasculares e o câncer. A casca possui altos índices dessa substância, por isso a dica da nutricionista é consumir o fruto completo. Muitas pessoas cultivam jabuticabeiras em pátios de casa, livre do uso de agrotóxicos, o que melhora a qualidade da fruta. A jabuticaba também apresenta cálcio, potássio e magnésio.


Mamão (Foto: Reprodução/TV Tapajós)

Mamão - tem uma grande quantidade de enzimas digestivas, que colaboram no funcionamento do trato gastrointestinal. Ajuda tanto na digestão como na saúde do intestino. A fruta é rica em vitaminas e fibras. As sementes contidas no mamão contam com propriedades desintoxicantes, que podem melhorar o funcionamento do fígado. Elas também podem auxiliar o corpo a se livrar de vermes intestinais. Durante a primavera, o mamão tende a ficar mais docinho.

Ameixas (Foto: Rodrigo Maia/G1)

Ameixa - além de conter uma alta quantidade de líquidos, ela é rica em antioxidantes. Eles trabalham no combate do envelhecimento precoce das células da pele. Tem vitamina A, B2, B3, B6, C e K. Pode incluir potássio, flúor, fósforo e até zinco à dieta. Assim como a jabuticaba, a nutricionista recomenda consumir a fruta com casca, desde que bem lavada. A ameixa também se encontra na versão seca, que pode auxliar na perda de peso.


Pêssegos (Foto: Reprodução/RPC)

Pêssego - as propriedades contribuem na prevenção do câncer. A fruta também ajuda na saúde da pele e do intestino. Por conter bastante líquido, colabora na hidratação do corpo, essencial para os dias quentes que se aproximam. Também pode ajudar no controle do diabetes e da obesidade. O pêssego é outra fruta que a nutricionista indica consumir com casca, em função na quantidade de fibras e minerais. É rico em vitamina A e C, além de apresentar outras vitaminas, como K e E.

Abacaxi (Foto: Divulgação/UFT)

Abacaxi - contém vitamina C que ajuda a melhorar a digestão e regular a diurese do organismo. Vale chamar a atenção, pois a vitamina C não é armazenada pelo corpo, então é preciso consumi-la regularmente, diz a nutricionista. Também tem fósforo, cálcio, ferro, zinco e magnésio, esse que ajuda no fortalecimento dos ossos. Por ser uma das frutas mais cultivadas no litoral gaúcho, o abacaxi pode ser adquirado no estado por um valor a quilo mais baixo. O consumo da fruta também estimula o comércio local.

Confira três legumes para a estação:

Abobrinhas (Foto: Reprodução /TV Tem)

Abobrinha - rica em antioxidante, ela promove, de modo geral, a saúde de todas as células do corpo. Tem uma série de fibras que ajudam tanto na digestão quanto no funcionamento do intestino. A nutricionista ressalta a capacidade da abobrinha em dar saciedade, o que é bom para que busca emagrecer. Outra dica é usar o alimento de modo criativo para adaptar receitas tradicionais. A casca da abobrinha pode ser usada na base de mini-pizzas ou, se cortada bem fina, pode até virar um espaguete.

Chuchus (Foto: Reprodução/RPC TV Maringá)

Chuchu - pode servir de base para muitas receitas. A dica da nutricionista é usá-lo para fazer massas de bolos e refogados, além de servir para acompanhar temperos. É um alimento bastante versátil, combinando com diversos outros ingredientes. Possui poucas calorias, não contém colesterol nem gorduras saturadas. Ele também é rico em fibras, o que dá saciedade. É uma excelente fonte principalmente de vitamina C, que colabora na prevenção dos danos causados às células.

Folhas de espinafre (Foto: Divulgação/G1 )

Espinafre - é um vegetal de cor verde escura importante para a saúde dos ossos, uma vez que é rico em ácido fólico. Possui pelo menos três vitaminas: A, C e K. É uma folha leve, mas contém cálcio e ferro. Entre os benefícios de consumir espinafre estão: melhora na digestão, ajuda na prevenção da constipação e colabora para manter os níveis de açúcar baixos no sangue. Por ter poucas calorias, é considerado um bom alimento para quem busca perder peso.

A partir das sugestões da nutricionista, o G1conversou com o chef Giovanni Cristofoli, que elaborou uma receita para o começo da primavera. Confira os ingredientes e o passo a passo:

Rolinho de abobrinha com pesto de espinafres
(Foto: Giovanni Cristofoli/Divulgação)

Rolinho de abobrinha com pesto de espinafres

Para o rolinho:
- 1 undidade de abobrinha italiana (+/-400g)
- 1 pitada de sal
- 1 pitadada de pimenta do reino
- 1 colher de azeite de oliva

Para o pesto:
- 1 molho de espinafre
- 100 g de queijo parmesão
- 1 dente de alho
- 100 g de castanhas do pará
- 200 ml de azeite de oliva

Bacon caramelizado:
- 100 g de bacon
- 50 g de açúcar

Modo de preparo:
Cortar horizontalmente a abobrinha em fatias de meio centímetro e temperar com sal e pimenta. Aquecer uma frigideira com azeite e dispor as abobrinhas de modo que não se sobreponham. Doure os dois lados e reserve-as.

Para o pesto, ferva a água é adicione as folhas do espinafre, aguardando 2 minutos. Neste meio tempo, reserve um recipiente com água fria para colocar as folhas após os 2 minutos.
Misture todos os ingredientes no liquidificador, adicionando as castanhas por último.

Para o bacon, pique ele em pequenos cubos e frite-os. Adicione o açúcar e espere caramelizar. Em seguida, monte uma camada de abobrinha, pesto e bacon e enrole as pontas da abobrinha por cima, prendendo com um palito.

Chefs franceses denunciam perigo da fusão Monsanto-Bayer para a gastronomia

Fonte: RFI
Publicado em 22-09-2016 Modificado em 22-09-2016 em 14:58
Gastronomia francesa: produtos direto da horta e do produtorChristophe Carmarans / RFI


Um grupo de chefs estrelados da gastronomia francesa está denunciando as consequências para o consumidor da fusão entre as empresas alemã Bayer e Monsanto, que representa, segundo eles, um perigo para a saúde e a gastronomia.

Nomes consagrados como Yannick Alléno, Olivier Roellinger e Mauro Colagreco, além de outros 100 chefs econfeiteiros, denunciaram, em um carta aberta publicada nesta terça-feira (20) no site especializado Atabula, “ a invasão da indústria agroquímica no prato dos consumidores”. A iniciativa surgiu depois da farmacêutica Bayer ter anunciado a compra da Monsanto, fabricante de agrotóxicos e sementes transgênicas.

O redator-chefe do site Atabula, Franck Pinay Rabaroust, ex-redator do célébre guia Michelin, está por trás da iniciativa. Foi ele quem solicitou os chefs que, segundo ele, responderam prontamente. Rabaroust diz que a carta é uma maneira de “ampliar o debate”, inclusive em outros países.

“Questões essenciais para a nossa alimentação estão em jogo. Não, a natureza, a diversidade e a qualidade da nossa alimentação não devem passar pelo rolo compressor liberticida do grupo Bayer-Monsanto”, diz a carta. “Defensores do comer bem, engajados no dia a dia, na valorização do bom produto e dos pequenos produtores: os profissionais da culinária querem trazer a público o apego a alguns valores fundamentais, como o apoio à biodiversidade, o respeito ao meio ambiente e à saúde dos consumidores”.

“Consciência coletiva”

“Sem um produto de qualidade e sem diversidade das culturas, o cozinheiro não é mais capaz de expressar seu talento”, escrevem os chefs. “No futuro, por conta dos transgênicos e de diferentes produtos químicos oriundos das fábricas, as diversidades de culturas nas plantações não existirá mais”, alerta o grupo, que faz um apelo à “responsabilidade e à tomada de consciência coletiva”.

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Nutricionista dá dicas de como substituir alimentos

Fonte: Tribuna da Bahia

A principal dica para economizar é flexibilizar na escolha dos alimentos e experimentar novos produtos, além de ficar de olho nas promoções



Nos últimos meses, o feijão, o leite, a cebola e a carne bovina foram vilões da cesta básica e vêm sendo motivo de preocupação para muitas pessoas. Porém, é possível substituir esses alimentos para driblar a variação de preços sem perder o valor nutricional. 

Como alternativa, a nutricionista do GBarbosa, Ione Câmara, dá dicas de alimentos que podem ser substituídos e ensina receitas que mantém as refeições ainda saborosas, mas leves no orçamento. ”É possível comer bem com economia. Substituir alimentos ajuda tanto no orçamento da casa, quanto favorece uma alimentação com maior variedade de nutrientes”, afirma.

A principal dica para economizar é flexibilizar na escolha dos alimentos e experimentar novos produtos, além de ficar de olho nas promoções. No caso do feijão carioquinha, que subiu de preço, Ione sugere a troca pelo feijão fradinho. “Os diferentes tipos de feijão apresentam propriedades nutricionais semelhantes e não comprometem a escolha de um ou outro”, explica. Outra solução para driblar o custo alto do feijão carioquinha, preferência do nordestino, está na escolha das preparações, reduzindo a quantidade e adicionando outros alimentos, a exemplo de verduras.

Como preparar um prato saboroso sem cebola? Diante do preço, a dica é moderar na quantidade, usando outros temperos, como cebolinha, alho-poró, alho e manjericão. Aproveitar os dias de promoção de verduras e legumes, nas quartas e quintas, no
Para o purê, Ione diz que é preciso três cebolas grandes, três cabeças de alho sem casca e azeite a gosto. Descasque as cebolas e deixe de molho por uns 20 minutos, depois, pique em pequenos pedaços, retire a casca do alho e bata tudo no liquidificador com um pouco de azeite. Feito o purê, coloque em formas de gelo e, quando estiver congelado, transfira para um saco hermeticamente fechado ou pote com tampa. Use a quantidade desejada no dia a dia.

Outra opção econômica e nutritiva são as receitas com soja. Um exemplo é o leite de soja que é um ótimo substituto para o leite de vaca e pode ser feito de forma caseira. A nutricionista ensina que, com uma xícara de soja em grãos e 1,5 litro de água, dá para fazer um 1 litro de leite de soja. Lave os grãos em água corrente, deixe de molho por pelo menos oito horas, escorra a água,e lave os grãos retirando os resíduos. Bata no liquidificador com a água, coe com auxílio de um pano de prato e leve ao fogo para ferver por dez minutos. Feito isso, deixe esfriar e conserve na geladeira. Já com as sobras do preparo do leite de soja, podem ser feitos bifes, almôndegas, bolinhos com espinafre. “São muitas as receitas saborosas com soja”, comenta a nutricionista.

A carne de boi, em tempos de vacas magras, pode ser substituída por carne de frango ou suína,quem registram preços mais acessíveis. Além disso, Ione ressalta que é possível suprir a necessidade de proteína em preparações com ovos, como omeletes e panquecas.

terça-feira, 6 de setembro de 2016

E agora que que eu faço com isso? Quem disse que cozinhar é difícil e demorado.


Acho que todo mundo sabe que eu deixo a comidinha da minha mãe prontinha para a semana toda não é?

Tem salada de pote, tem macarrão (sem glúten) na 5a. porque ela ama e não pode faltar uma boa berinjela. Pois então, sobrou macarrão e sobrou berinjela refogada com tomate e cebola.

O que fazer? Juntar os dois aras!!!

Numa panela coloque 1 colher de sopa de manteiga (macarrão na manteiga fica bommmmm!) Ah... esqueci de dizer, uso sempre macarrão de arroz, este aqui é espaguete Barilla, aliás podem mandar uns pacotinhos aqui em casa viu pessoal da Barilla?

Voltando ao nosso prato derreta numa panela a manteiga e coloque o macarrão, tomando cuidado para que não grude no fundo, se necessário vá pingando um pouquinho de água.

Em seguida misture a berinjela bem picadinha. Se gostar de mais molho essa é a hora de colocar. Quando estiver bem quente coloque num pirex e salpique queijo parmesão ralado na hora por cima. Agora é só comer. Quem disse que transformar não é cozinhar?

Abobrinha de preguiçoso. Quem disse que cozinhar é difícil e demorado?


Sabe aqueles dias que você está com montes de coisas para fazer e ainda tem que pensar na comida? Então este é o prato é ideal.

Pegue uma abobrinha ou mais dependendo de quantas pessoas vão comer e corte em rodelas de mais ou menos 1 cm de largura. Faça uns cortinhos em cima dela e tempere com sal de ervas (eu usei sal cinza Guérande com folhas de orégano da minha hortinha). Coloque num pirex untado com azeite de oliva extra virgem.

Coloque em cima ums fatia do queijo da sua preferência, cubra com molho de tomate bem pedaçudo e salpique queijo parmesão ralado bem grosso. Leve ao forno baixo por uns 20 minutos ou até a aborinha ficar molinha.

Enquanto isso, prepare um arroz bem soltinho e uma saladinha de folhas. Precisa mais?






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